segunda-feira, 17 de outubro de 2011

ESTUDO DA OBRA MARXIANA IDEOLOGIA ALEMÃ: 1) OS MOMENTOS DA ATIVIDADE SOCIAL; 2) A CONSCIÊNCIA DA PRÁXIS EXISTENTE; 3) A DIVISÃO DO TRABALHO E 4) A SOCIEDADE CIVIL COMO FUNDAMENTO DE TODA A HISTÓRIA.

O Grupo de Estudos Marxistas realizou hoje pela manhã mais um profícuo encontro dando continuidade ao estudo da obra clássica marxiana, A Ideologia alemã.




NA OCASIÃO ESTIVERAM PRESENTES:

Diana Jovino (Doutorado-UFC); Teresa B. Pinho (Doutorado-UFC);  Eveline Lima (Filosofia-UECE); Murilo Leite (Direito-UFC); Pedro Bernardino (Filosofia-UFC); Albertino Servulo (Mestrado-Filosofia-UFC); Márcio Pereira (Direito-UFC); Breno Lima (Direito-UFC); Antonio Carlos (Mestrado-Educação-UFC). O estudo e a leitura imanente dos participantes, focado no capitulo, FEUERBACH E HISTÓRIA, se deteve ao estudo: 1) dos aspectos indispensáveis das relações históricas originárias, 2) da consciência da práxis existente, 3) da divisão social do trabalho e 4) da sociedade civil. No primeiro estudo foi obtida as seguintes conclusões: a) "devemos começar por constatar o primeiro pressuposto de toda a existência humana e também, portanto, de toda a história, a saber, o pressuposto de que os homens têm de estar em condições de viver para poder 'fazer história' "; b) " o segundo ponto é que a satisfação dessas primeiras necessidades, a ação de satisfazê-la e o instrumento de satisfação, já adquirido conduzem a novas necessidades, e essa produção de novas necessidades constitui o primeiro ato histórico." c) "A terceira condição que já de início intervém no desenvolvimento histórico é que os homens, que renovam diariamente sua própria vida, começam a criar outros homens, a procriar, a família. Essa família, que no início constitui a única relação social, torna-se mais tarde, quando as necessidades aumentadas criam novas relações sociais e o crescimento da população gera novas necessidades, uma relação secundária". No segundo estudo constatamos que: " a linguagem nasce, tal como a consciência, do carecimento, da necessidde de intercâmbio com outros homens. Desde, o início, portanto, a consciência já é um produto social e continuará sendo enquanto existirem homens." Do terceiro estudo concluimos que: " A divisão do trabalho só se torna realmente divisão a partir do momento em que surge uma divisão entre trabalho material e trabalho espiritual. A partir desse momento, a consciência pode realmente imaginar ser outra coisa diferente da consciência da práxis existente." E por fim, em nosso quarto exame constatamos pela leitura textual da obra supra de Marx que: "Essa concepção da história [de Marx] consiste, portanto, em desenvolver o processo real de produção a partir da produção material da vida imediata e em conceber a forma de intercâmbio conectada a esse modo de produção e por ele engendrada, quer dizer, a sociedade civil em seus diferentes estágios, como fundamento de toda a história." O GEM dará continuidade ao estudo da IA na próxima segunda-feira, 24, as nove horas e trinta minutos da manhã, na sala três do departamento de Filosofia da Universidade Federal do Ceará. 


ATA DA REUNIÃO DO GEM   17/10/2011

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Reunião mensal do GEM com a presença do Prof. Dr. Eduardo F. Chagas